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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Família procura o MP para cobrar elucidação de crime ocorrido há 1 ano


Familiares do jovem Hércules Araújo Lima (foto), de 29 anos, que foi encontrado carbonizado, juntamente com outros dois homens, dentro de um veículo no ano de 2011, na zona rural de Feira de Santana, estiveram na sede do Ministério Público da Bahia, na tarde desta quinta-feira (6). Eles cobram agilidade nas investigações sobre a chacina.

De acordo com Daniela Lima, irmã de Hércules, o inquérito policial não foi concluído por falta de documentos a serem emitidos pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), de Feira de Santana. “ A nossa vinda ao Ministério Público é para resolver essa questão que se arrasta há mais de um ano. Além disso, que se chegue aos culpados “, disse Daniela.

RELEMBRE O CASO
Os corpos de Hércules de Araújo Lima, 29 anos, de Jonilson do Nascimento Caboclo, 21, e do irmão dele, Garcia Caboclo Júnior, 23,foram encontrados carbonizados na Fazenda Mocó, distrito de Maria Quitéria; dentro do porta-malas de um veículo Fiat Prêmio, no início da noite de 4 de agosto de 2011.

Duas vítimas foram encontradas dentro do porta-malas e outra no banco traseiro do carro, todas amarradas. 

No mesmo dia, os corpos foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para serem identificados. A perícia deveria apontar entre outras coisas se as vítimas foram mortas a tiros antes de serem queimadas.

FUNERAL DEMORADO

Além do sofrimento pela perda de um ente querido, as famílias dos homens assassinados sofreram para sepultá-los, por conta da precariedade do DPT de Feira, que precisou encaminhar amostras para o IML de Salvador. Somente três meses depois da chacina, é que os familiares puderam encomendar os funerais.

Os jovens foram mortos a tiros e tiveram os corpos incendiados. O caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia, que tem como titular o delegado Madson Sampaio.

Blog Central de Polícia, com informações de Denivaldo Costa e Kleiton Costa.




Um comentário:

  1. Dentro disso tudo vale ressaltar que o DPT Departamento de Polícia Técnica de Feira de Santana BA, nunca apresentou nenhum documento de DNA para a família, o que deixa uma grande dúvida se o corpo enterrado pelos familiares realmente é do Hercules Araujo Lima. Nem se quer mandou os laudos periciais para a 2ª Delegacia onde está sendo investigado o caso. A família vem procurando o apoio da justiça através do órgão do MP Ministério Publico, o qual nunca deu um respaldo.A promotora que era responsável pelo caso a Drª Luciana Izabela nunca recebeu a família, e só hoje nós viemos saber que a mesma foi transferida para Salvador BA. Sempre que a família recorre ao MP é recebida apenas por assessores dos promotores, os quais nada podem resolver. Para complementar a visita de hoje, nós familiares fomos intimidados por uma Policial Militar feminina, onde a mesma se colocou de forma ofensiva informando a Daniela Araujo "que ela era uma policial, e se por acaso Daniela estava nervosinha." Na simplicidade de uma pessoa machucada e magoada com a ocasião, Daniela Araujo respondeu-lhe que não, mas que tinha todo o direito de ficar nervosa com aquela situação onde o caso do seu irmão Hercules se encontra, pois está um verdadeiro jogo de empurra, empurra.

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